Durante muitos anos ficámos para trás, mas é bom ver que ainda bem que arriscámos e apostámos nisto, quando o futuro era ainda tão incerto. Bom, ainda é. Mas é bom ver que Portugal vê finalmente a ciência como uma aposta incontornável de desenvolvimento sustentado. Ainda somos bébés nisto, mas plo menos já somos alguma coisa. A maioria das empresas portuguesas de biotech , p.e., são ainda start ups... estão a começar, como nós. Mas acredito que cresçam e tenham um retorno muito bom num futuro cada vez mais próximo. Mesmo em tempos de crise. Como nós!;)
Ah! A propósito, Bom Ano Novo!;)
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Portugal assistiu, nos últimos anos, a uma transformação assinalável do seu
potencial científico e tecnológico.
Muitos indicadores de actividade de I&D o ilustram. Por exemplo, o número de
publicações científicas referenciadas internacionalmente cresceu seis vezes
em 15 anos, e a despesa total em I&D triplicou em duas décadas, atingindo,
em 2007, 1,2% do PIB, tendo as empresas sido responsáveis por metade do
investimento.
Esta dinâmica de desenvolvimento assenta em 28 mil investigadores (medidos
em "equivalente a tempo integral") a trabalhar em Portugal, o que
corresponde a 5 investigadores por mil activos (5,6 na EU25). Em 2005, eram
apenas 3,8.
Por outro lado, a divulgação de C&T passou a ser um elemento central nas
políticas públicas de ciência, sendo hoje amplamente reconhecido que a
apropriação crescente da cultura científica pela sociedade é um dos aspectos
críticos que suportam o desenvolvimento científico e tecnológico.
Ah! A propósito, Bom Ano Novo!;)
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Portugal assistiu, nos últimos anos, a uma transformação assinalável do seu
potencial científico e tecnológico.
Muitos indicadores de actividade de I&D o ilustram. Por exemplo, o número de
publicações científicas referenciadas internacionalmente cresceu seis vezes
em 15 anos, e a despesa total em I&D triplicou em duas décadas, atingindo,
em 2007, 1,2% do PIB, tendo as empresas sido responsáveis por metade do
investimento.
Esta dinâmica de desenvolvimento assenta em 28 mil investigadores (medidos
em "equivalente a tempo integral") a trabalhar em Portugal, o que
corresponde a 5 investigadores por mil activos (5,6 na EU25). Em 2005, eram
apenas 3,8.
Por outro lado, a divulgação de C&T passou a ser um elemento central nas
políticas públicas de ciência, sendo hoje amplamente reconhecido que a
apropriação crescente da cultura científica pela sociedade é um dos aspectos
críticos que suportam o desenvolvimento científico e tecnológico.

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